11 julho 2013

A ruína chegou à ruína


Nunca teve forma. Foi sempre negação. Hoje, pela noitinha, a ruína soçobrou. Perante o abismo, sem presente nem futuro, há que pensar o país sem o regime. Há quem persista, teimosa e cegamente, em aplicar receitas que nos trouxeram ao colapso. Portugal precisa de um novo regime, de uma nova constituição e de novos governantes. Que o regime o compreenda e saia com aquele mínimo de dignidade que o interesse nacional exige.


1 comentário:

Duarte Meira disse...


Tal e qual, caro Miguel Castelo Branco.

Apenas um senão: o dito "regime" (entre aspas porque ele, como diz, nunca teve a forma de uma Ordem)não "compreende" nem "sai".

Adentro do Império germano-russo em formação, receio que teremos de penar por muitos anos até se dar o saldo final das contas entre alemães e russos. Depois, com a total depuração que vamos sofrer, pode ser que ainda tenhamos uma palavra a dizer. Uma palavra Lusíada.