19 maio 2013

Vitória síria na frente sul


O Exército Árabe Sírio, apoiado por vários regimentos do Hezbollah libanês entrou em Qseir, principal reduto dos jihadistas na província de Homs, cortando em definitivo as vias de reabastecimento usadas pelos salafistas. Os números são eloquentes na expressão do retumbante sucesso militar: mais de quatrocentos terroristas abatidos e cerca de 3000 prisioneiros, ou seja, 20% do potencial dos invasores. No norte, em Alepo, os terroristas perderam ao longo das últimas duas semanas metade dos bairros que dominavam e viram, tal como em Homs, cortadas as linhas de apoio logístico que os ligavam à Turquia. Os orgãos de intoxicação ditos ocidentais persistem em escamotear a evidência da inversão do rumo da guerra, mas tantos apelos ao diálogo e a conversações não deixam dúvidas quanto ao desfecho vitorioso da contenda a favor do governo legítimo de Damasco.
No vídeo que vos deixo, centenas de terroristas manietados, deitados no solo e aguardando transporte para centros de detenção, são a imagem da derrota de quantos, continuando a manter a infantil versão de uma "guerra de libertação" se esquecem que 75% de todos os combatentes mortos ou aprisionados no curso da guerra são oriundos de 21 países. A invasão estrangeira falhou. É altura da normalidade regressar.

2 comentários:

swedenborg disse...

E o Urso do Norte bem ao contrário dos Judas do Ocidente não trai os seus aliados

http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/nyt/2013-05-17/russia-envia-misseis-avancados-em-apoio-a-assad-na-siria.html

http://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=7&cad=rja&sqi=2&ved=0CE4QtwIwBg&url=http%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DwPsA2qE2rHM&ei=sGOZUdKxC4PA4APSi4CQAQ&usg=AFQjCNG1rQbB8ilpfvvcpORYXlLklMlhzg&bvm=bv.46751780,d.dmg

Luís Lavoura disse...

No The Economist desta semana, é feito um apelo pungente à intervenção americana, com a implausível justificação de que eventualmente os terroristas da Al Qaeda poderão apoderar-se de algumas das armas químicas do regime sírio. Assim mesmo, sem se explicar de que forma poderia uma qualquer intervenção americana evitar tal coisa, e sem se dar qualquer fundamentação para a possibilidade de tal coisa acontecer.
Os ingleses estão mesmo desesperadinhos com a forma como as coisas estão a correr à corja, coitados...