25 janeiro 2013

A Líbia antes do fundamentalismo que a Nato colocou no poder


Dois anos após o início da guerra na Líbia e quase dois passados sobre esta displicente entrevista de Monsenhor Martinelli, Vigário Apostólico de Trípoli, terá chegado o momento de perguntar quem quis aquela guerra, quem a incitou, a pagou e municiou, com que finalidade, para cumprir que objectivo? A recente guerra no Mali, iniciada por aqueles que então foram adestrados, transportados e reconhecidos como "lutadores pela liberdade" vem demonstrar que algo de errado, sinistro ou incongruente, plana sobre as chancelarias ocidentais e que a NATO - outrora protectora do mundo livre, nosso braço de defesa - se transformou, para nosso mal e para mal do povo líbio, em caução para os maiores inimigos do Ocidente, da democracia e do diálogo entre as civilizações. Ouçamos, pois, a voz da serenidade e da verdade.

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