16 setembro 2012

Jogging


Desonestidade ou despolitização? Depois de quarenta anos de infantilização, manipulação ideológica e ausência de Escola, a amálgama, o vale-tudo.


Terceira idade desvalida, versão PSN-bis. Falta de remédios, exclusão social e abandono estampados na cara do 4.º Estado.


Os senhores professores exprimindo protesto poético.


Erudição extravasante na potência do futebol. Delegação de A Bola.


É preciso cortar nas gorduras. Este ano não há playstation nem República Dominicana.


Accionista maioritário do BE, filho de Almirante em busca de novas oportunidades.


A marcha da educação.

E porque as pessoas persistem em viver num mundo que passou, ISTO.

Sair da crise, como ?

4 comentários:

Manuel Santos disse...

Penso que houve uma razoável adesão de professores do básico e secundário à manifestação. É normal que assim tenha sido. Os professores ainda são uma classe fortemente influenciada por tretas ideológicas esquerdistas de toda a espécie, embora talvez menos do que no passado. Além disso este governo aumentou o número de alunos por turma e prepara-se para tirar do sistema muitos contratados, que dificilmente conseguirão arranjar emprego fora da asa mais ou menos protectora do estado. Muita dessa gente ter-se-á manifestado hoje, motivada pela primeira vez por genuíno medo de perder o emprego no estado, com o exibicionismo esquerdista, tão do agrado de grande parte da classe docente portuguesa, a surgir apenas como motivação secundária.

zazie disse...

Pois agora o truque é este. A comunada e os cripto disfarçam-se de apartidários e lá manipulam estas tretas.

E e sempre coisa com ramificações internacionais.

Como é óbvio existem motivos de queixa, mas nunca assim. Nunca pedindo mais do que levou ao estado em que estamos.

Isabel Metello disse...

Malvados dos intocáveis obscuros que querem mandar abaixo este Gov eleito democraticamente, elegendo-o como bode-expiatório da tragédia que sempre foram os governos socialistas, com a catarse no da criatura socretina, cujos membros deveriam ser criminalizados e os casos judiciários irem todos para a frente com consequências sérias! Maldito de quem usa o Desespero que provocou como testa-de-ferro para manter os privilégios de que sempre usufruiu! É essa a intemporal natureza do mal- aproveitar-se da ignorância e da iliteracia cívica colectiva para fazer o seu trabalho sujo! Que Deus lhes Dê Uma Lição, pois não O enganam, não!

luís Vintém disse...

Caro Miguel Castelo Branco,
acabo de ver, numa foto da manifestação de ontem, um cartaz onde se pode ler: "não queremos ser governados por homens de avental".
Foi muita gente à manifestação. É difícil que todos tenham ido pelas mesmas razões. Desconfio que muitos dos que lá estiveram apenas querem que o governo demonstre que tem autoridade para governar. Que o estado de excepção não sirva apenas para romper contratos com funcionários públicos e pensionistas. Há outros contratos que é urgente denunciar. Quanto a esses contratos, e à reforma da administração do Estado, o governo parece ter atirado a toalha ao chão (pelo menos é o que se depreende das palavras do Sr. PM na entrevista à RTP). A sensação de que o governo é impotente perante alguns interesses é muito desmoralizadora, sobretudo porque sabemos que sem essas reformas, as reduções de salários não serão suficientes para reverter a situação. O governo promete uma reforma estrutural profunda e as únicas medidas que toma são a redução dos salários e o aumento dos impostos?
As pessoas sentem-se órfãs de Governo.

Os meus cumprimentos
LV