02 agosto 2012

Agosto de 1812: a Legião Portuguesa transpunha o Dnieper e estabelecia a testa de ponte da Grande Armée para o assalto a Smolensk


Bernardino Moniz, [comandante do 2º batalhão do 2º Regimento da Legião] atravessou o rio [Dnieper] debaixo de um fogo vivíssimo dos russos, e, como estes, entrincheirados num dos arrabaldes de Smolensk, o incomodavam seriamente, arrojou-se à baioneta contra o arrabalde, tomou-o com muitas e consideráveis perdas, deitou-lhe fogo, e em seguida foi postar-se nuns quintais que ficavam à beira do rio, próximo do sítio onde se lançou a primeira ponte”.

(Chagas, Manuel Joaquim Manuel Pinheiro, Historia da Legião Portuguesa, In A Ilustração Portuguesa, nº25, 1885)

4 comentários:

Nuno Castelo-Branco disse...

A maçonaria muito melhor teria feito se em 1807 se tivesse abertamente colocado ao serviço do Regente, organizando a tropa que decerto teria desbaratado os maltrapilhos de Junot. Mas não, foi logo a correr atirar-se aos pés de Bonaparte. Típico...

Claudio disse...

E com isto as tropas Napoleónicas agradeceram saqueando diversas regiões de Portugal!

Claudio disse...

E como forma de agradecimento pela valentia da tropa portuguesa na Rússia, as tropas napoleónicas saquearam diversas regiões de Portugal!

Combustões disse...

Cláudio
90% desses portugueses partiram para França e transformaram-se em reféns do governo francês. Em Portugal - e sobretudo em Londres - ninguém acautelou o seu regresso a Portugal após a assinatura da convenção de Sintra.