11 julho 2012

Afinal, Louçã acredita em Midas


No debate travado hoje no parlamento, o "economista" Louçã (calculo!) foi cilindrado com a maior facilidade pelo Primeiro-Ministro. Não compreendo - digo-o com toda a candura, até com uma sombra de piedade - como pode um economista quebrar de forma tão infantil preceitos básicos ensinados nas cadeiras generalistas de um 1º ano do curso de economia, descer ao nível do uomo qualunque, com desabafos absolutamente inconsistentes, para não dizer asininos. Não sei para que serve o Bloco. Toda aquela arrogância intelctualóide - como quem cuspia na cara da massa analfabeta do pc - não resistiu à fome demagógica dos votos e transformou-se na mesma amálgama de senso comum (que cientificamente é coisa pré-lógica; logo própria de ignorantes) e um verdadeiro insulto à inteligência.
Sei, todos o sabem, que Francisco Louçã seria incapaz de manter viva uma reles tabacaria de bairro. Lembro-me do título da sua tese de doutoramento. Intitulava-se "O toque de Midas". Afinal, Louçã também acredita em Midas. Se a estupidez e a má-fé produzissem ouro, o Bloco era um Himalaia de ouro.

1 comentário:

Nuno Castelo-Branco disse...

A última entrevista ao Expresso foi concludente: o vácuo mais absoluto. Dali apenas vem uma solução: uma Albaniazinha revisitada. Com eles a mandar, claro.