10 maio 2012

Disparates do mundo


Há dois ou três anos correu o mundo o dogma da beleza electrizante de Michelle Obama, um daqueles exageros que só ficam mal a quem é alvo de tão despropositados rapapés. Na África do Sul pós-Apartheid, um tonto tentou, debalde, impor a viúva de Machel e nova consorte do Madiba como símbolo da mulher sul-africada. A coisa era tão exaltada e descabelada que produziu uma sonora gargalhada.
Agora, pegou a moda Trierweiler, à qual - claro- o nosso Völkischer Beobachter aderiu com um zelo a puxar a Corin Tellado. Com a fome a apertar e pouco faltando para bailes à Os Cavalos Também se Abatem, a veia pirosa vem ao de cima.

1 comentário:

Nuno Castelo-Branco disse...

Quero escutá-los depois de uma ou duas cimeiras do sr. Hollande com a Chanceler.