25 março 2012

A Grécia limpa está no exílio


É evidente que a vergonha grega tem, colados, os nomes da oligarquia cleptocrática dos Papandreus e dos Karamanlis. Nociva como um tumor venenoso que tomou conta do Estado, se apropriou da vida política do país e corrompeu a extremos o ethos da nação helénica, a dita caricatura de democracia parece estar a pagar o preço que a mentira paga à honestidade. Que eu saiba, em toda a tragédia grega, há um nome que não se pronuncia: o de Constantino, Rei dos Gregos, que sonhou com a liberdade para o seu povo e foi forçado pelos coronéis a sair do país com a roupa que tinha no corpo. Constatino seria, talvez, a única força limpa com capacidade para reintegrar a Grécia na Europa. Infelizmente, os oligarcas não o querem. A Europa dos agiotas também não.

1 comentário:

Nuno Castelo-Branco disse...

Subscrevo, mas desta vez, poderes muito amplos deviam ser outorgados ao Basileus, mesmo que provisoriamente.