06 março 2012

Bangkok


Três horas de Lisboa a Londres, sete de espera nesse inferno gelado e logo doze fastidiosas horas sem pregar o olho. Ao meu lado, um russo, daqueles de forma elefantina que deviam pagar por dois, tamanho o incómodo que causam aos incautos parceiros de viagem. A Tailândia, novamente. Aqui tenho vindo repetidamente para empregar as migalhas dos meus préstimos ao país. Na próxima quinta-feira, inicia-se o Colóquio Internacional sobre as relações Luso-Tailandesas, a penúltima manifestação das celebrações meio-milenárias que os dois países, mas sobretudo a boa-vontade e miltância de uns poucos conseguiram transformar em algo que não deslustrou o nome de Portugal. Ainda o colóquio não começou e já só penso na próxima e derradeira manifestação. Lá para o Outono, defendida a tese, poderei regressar com a edição em inglês desse trabalho de galeriano que me desfez os olhos.

2 comentários:

João Amorim disse...

Que corra tudo bem. O maior sucesso para o colóquio.

Duarte Meira disse...

Prejudicar-se a visão em trabalhos de galeriano a puxar pelo Portugal Lusíada - não são "migalhas"!

Parabéns por tudo o que fez por isso recentemente cá em Lisboa.

Deus o guarde para mais tão bons e honrados serviços. Mas para o efeito cuide da mínima saúde. - Morrer, sim, mas devagar...