03 fevereiro 2012

Força Vasco, nós sermos a muralha de aço


O transbordo ortográfico - coisa imposta por decreto regulamentadeiro e absolutista por gente que nunca abriu um livro nem jamais pôs os chispes numa biblioteca - foi corrido do Centro Cultural de Belém no mesmo estilo como o foram os argentários do Templo de Jerusalém: a pontapé. Vasco Graça Moura, um dos poucos pescoços que nesta terra se pode dar ao luxo de reivindicar uma cabeça, acabou com um equívoco. Outros que o sigam. Vá, não tenham medo de perder os encostos !

3 comentários:

Bic Laranja disse...

Grande texto, caro confrade. Contundente e justo. Acertadíssimo, como sempre.
Cumpts.

Nuno Castelo-Branco disse...

É, há uns cem anos também fizeram uma "modernização" dessas e o resultado está à vista. Um dia destes, o português deixará de ser uma língua latina. Claro que estou a exagerar, mas... só de pensar que acto é agora ato, deixa-me atado.

PEDRO QUARTIN GRAÇA disse...

MUITO BEM!