23 janeiro 2012

Pedro Arroja, monárquico finalmente


Grande Pedro, seja bem-vindo !

5 comentários:

Manuel Marques Pinto de Rezende disse...

Mas não do tipo de monárquicos bem-vindos em muitos meios monárquicos.

"O Rei. Se ele próprio quiser ter funções executivas, será ele o primeiro-ministro. Caso contrário, designa outro."

Pedro Botelho disse...

A melhor maneira de evitar o paradoxo da escolha do Alto Escolhedor é a do politólogo Patrick Lourpidon, aqui: "Sur cette planète se trouvent deux types d'habitants : les 'monarques' qui ont une couronne et les 'larbins' qui sont d'anciens 'monarques' qui ont perdu leur couronne au sport national du 'pique-couronne'. Les larbins servent les monarques".

Permito-me sublinhar, com todo o respeito, a vantagem de se ter o crânio em forma de rosca, para melhor fixação da gaiola, como na sétima imagem. Julgo que Pedro Arroja não deixará de ficar entusiasmado com a ideia.

Nuno Castelo-Branco disse...

Manuel, na Noruega Haraldo V pode presidir aos Conselhos de Ministros. Depende da interpretação que lhe queira dar. Ora, não estou a ver Pedro Arroja de regresso a qualquer coisa que alguns imaginam.

Manuel Marques Pinto de Rezende disse...

"pode presidir"?

é exactamente esse tipo de monarquia que Pedro Arroja se refere. é a "pode ser que seja uma monarquia".

Pedro Botelho disse...

Tendo a concordar com Manuel Marques Pinto de Rezende no que toca ao «pode ser que seja» do monarquismo envergonhado. É que monarquia a sério não são só reis a andar de bicicleta, nem romances de princesas para a imprensa cor de rosa. A admiração pelas repúblicas coroadas do norte da Europa não tem muito a ver com o princípio básico da consagração divina de Suas Majestades os Soberanos, escolhidos pelos céus e ungidos com os óleos, muito mais que aromáticos, do poder singular.