03 janeiro 2012

À beira de uma Guerra Mundial ?



Lyndon LaRouche pede o imediato afastamento de Obama por insanidade, ao abrigo da 25ª emenda constitucional, como condição para impedir uma suposta iminente guerra termonuclear. LeRouche é uma figura controversa, amante das teorias da conspiração, mas é igualmente um pensador de incontestados méritos, um dos mais bem informados actores da vida política norte-americana e também um interessante agitador de ideias. Há quem diga que tratar-se de um lunático e chefe-de-fila de um culto. Para outros, um extravagante que, com propriedade, navega nas águas do profetismo, anunciando as verdades de amanhã. O homem parece ter-se transformado no mais importante intérprete das visões chinesa, árabe e russa do mundo e tem sido o mais radical inimigo da ordem mundial centrada na oligarquia de especuladores que desencadeou a crise financeira que ameaça lançar na bancarrota o mundo euro-atlântico.
Uma perspectiva absolutamente escaldante do momento presente e terrífico olhar prospectivo sobre o futuro imediato que nos aguarda. Esperemos não não tenha razão e que a insanidade que proclama seja a sua.

5 comentários:

Pedro Lemos disse...

Na sequência do post e vídeo anterior tomei contacto com LPACTV e com a personagem de Lyndon La Rouche.

E como sigo com bastante interesse este blog, queria-lhe perguntar o que pensava deste homem que tantos classificam de teórico das conspirações.

agora já sei a sua opinião.

Para pessoas que não adiram facilmente a estas teorias, as produções de La Rouche terão sempre o mérito de (no meu caso pelo menos)trazerem História à baila e de abrir o entendimento a outras perspectivas.

cumprimentos

Pedro Marcos disse...

Porque diabo dizem que "é tudo teorias de conspiração"?

O pessoal não vê o que se passa à sua volta?

O pessoal não ouve e lê o que os "conspiradores" dizem e escrevem?

Dizer que "é tudo teoria de conspiração" é conversa de quem não quer fazer esforço para investigar e raciocinar e passar por inteligente.
Diz-se isso por burrice ou má-fé e nos dias de hoje, mais por esta última razão.

Bmonteiro disse...

Uma guerra cada dez anos, precisa-se.
A bem do Império e do seu complexo militar-industrial.
Como manter as máquinas oleadas?
A industrial na economia;
A militar como seu suporte.
A bem do Regime, sempre.

WZD disse...

Uma guerra em larga escala apenas beneficiaria os Senhores do Dinheiro e os Senhores das Armas... Como acontece em todas as guerras...

Nuno Castelo-Branco disse...

Apenas uma nota: nada existe de mais oligárquico que aquilo que se vê precisamente na Rússia, China e Irão. A Rússia é governada por um bando mafioso da pior espécie e a China é o que se sabe. É claro que as dicotomias são gigantescas no império do meio e a própria evolução interna é aquela que se poderá prever. Os EUA são o que são, mas possuem uma dinâmica interna bastante invejável e há uma grande janela de iniciativa individual incomparavelmente mais florescente que aquilo que se vê na China e Rússia, pois o Irão é completamente marginal. Daí a trocarmos os malefícios americanos - que são colossais - com um sistema à Putin, Jin Tao ou pior ainda, afagando os aiatolás, vai uma enorme distância. Simplesmente, não acredito na possibilidade e a sociedade civil - que existe mesmo! - americana, decerto encontrará um caminho.