17 dezembro 2011

Pródromos da nossa desgraça: Jó-Jó Papa-Prémios no tempo do comuno-terrorismo


Antes do spa da SPA, a barba de três dias, quando do PC ainda pingava e o PS era "reacção a abater". Caminhos de uma geração que nos trouxe à boca da fome.

3 comentários:

Nuno Castelo-Branco disse...

Só me ocorre uma expressão: filhos da puta!

Rui Moio disse...

Apenas uma muito pequena parte da geração de 60 é que foi abrileira e/ou situacionista da politiquice criada pelo golpe do 25 de Abril. A maior parte desta geração fez a guerra do Ultramar, defendeu a Pátria com brilho e coragem. Creio que quase toda a geração de 60 contruia o futuro de Portugal e da Portugalidade dentro da tradição do Portugal de sempre e no respeito pela dignidade de todos os nossos povos, do Minho a Timor.
Os abrileiros (desertores, cobardes, estrangeirados, gente egoísta e racista) é que são os coveiros da Pátria. Gente que destruiu a Pátria e a Nação e é também responsável pela morte de 2 ou mesmo 3 milhões de compatriotas em ANGOLA, MOÇAMBIQUE, GUINÉ, TIMOR. Esta gente abandonou egoísticamente a população ultramarina à previsível má sorte. A época abrileira viveu à custa da herança deixada pelo Estado Novo e depois pelos avultadas importâncias fornecidas pela União Europeia... e não se desenvolveu sustentavelmente a Metrópole ou ex-metrópole.

Isabel Metello disse...

Este homem sempre me arrepiou com o "come a papa, Joana, come a papa", no fundo, toda as gerações alienadas por estas historietas de gente como descreveu o Rui Moio, estão, agora a comê-la, incluindo aqueles que sempre os toparam...