16 novembro 2011

Louras e segregadas: agora, o racismo é anti-louro


A impostura dos direitos cívicos nos EUA. São louras, não pertencem a nenhuma minoria, não foram envolvidas em qualquer despistagem de "substâncias perigosas" nem em qualquer escândalo sexual. Cometeram um crime imperdoável: venceram 15 dos 17 jogos e os responsáveis pelo desporto de Nova Iorque tinham de encontrar um alibi para as excluir. Inventaram a desculpa: as regras proibem que se joguem mais de 16 partidas. A equipa foi eliminada por despacho. O racismo impiedoso tem destas coisas.

1 comentário:

Isabel Metello disse...

Esse estereótipo é global, então aqui- por vezes, até pensam que a tinta nos (a)tinge os neurónios. Há cada uma- temos todas de ter um ar masculinizado, vestir de preto ou monocromaticamente e ter óculos de massa pretos para podermos ser consideradas detentoras de intelecto :))) Eu até considero que ser-se loira, hoje, é um acto de resiliência e de resistência sociocultural! E quem fica mais piurso quem fica? As mulheres, claro, principalmente quando não primam pela beleza nem exterior nem interior e a carapuça que nos querem enfiar à força serve-lhes a elas :)))