14 novembro 2011

Ardente democracia




Como se previa, após o festim criminoso, os assaltantes lutam pelo produto do saque. Uma brilhante democracia desponta nas areias líbias, entre as rajadas e as explosões que já não são de celebração, mas ajustes de contas e rixas entre os bandos armados pelas petroleiras. Para os cândidos, os supersticiosos das bem-aventuranças liberais, os espalhadores de mercado e demais seguidores da barbaridade unidimensional da vida para o estômago, as dores Líbia (e no futuro da Síria) nada dizem. As pessoas, se não são estúpidas, são parvas e vice-versa. O grande problema é que alguns dirigentes do decadente Ocidente são parvos e são estúpidos.

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