02 julho 2011

Grande triunfo do Rei


Jogo limpo, urnas invioláveis a chapeladas, debate livre, participação de 70% do eleitorado e um resultado arrasador de apoio ao Rei: 95,98%. Uma vez mais, para confirmar a regra, a demonstração da superioridade moral, institucional e técnica da monarquia sobre as chamadas repúblicas que, por não serem monárquicas, jamais serão [repúblicas]. No caos das chamadas "revoluções democráticas" do mundo árabe ou arabizado, duas monarquias marcam a diferença: a Jordânia e Marrocos. Como sempre, o Rei, sempre-sempre ao lado do povo, sem aproveitamento, sem ajustes de contas e sem sangue. Uma jornada de afirmação da liberdade e de unidade nacional que faz inveja aos mais sólidos baluartes da democracia.

4 comentários:

Pedro Marcos disse...

CTV.ca
Thaksin party wins Thai election by a landslide: polls
Baltimore Sun
BANGKOK (Reuters) - The sister of former Thai prime minister Thaksin Shinawatra led her party in a landslide election win on Sunday, exit polls showed, a victory for red-shirt protesters who clashed with the army last year.
Bangkok Post : Sripatum exit poll results Bangkok Post
Landslide Win For Pheu Thai Likely Bernama
Thaksin "will wait for right moment" to return to Thailand Reuters
euronews - Xinhua - Edmonton Journal - Washington Post

Comentários, Miguel?

Pedro Leite Ribeiro disse...

Poucas coisas tenho lido e ouvido que melhor definam a relação entre o rei e o povo:
"Nós somos o rei"
(...) em Marrocos, “ninguém pede a mudança de regime”, o fim da monarquia. “O rei somos nós e nós somos o rei”. (Mohammed Motamid a O Público)
http://publico.pt/1501084

Nuno Castelo-Branco disse...

Pedro Marcos,

Uma coisa é uma vitória eleitoral, usem-se os métodos que se usarem. Outra coisa, será uma clara tentativa de golpe de Estado, derrubando a ordem constitucional. Isso foi impedido há um ano. está a ver a diferença?

Pedro Marcos disse...

Claro que vejo a diferença, Nuno.
Contudo não vejo decididamente diferenças na mentalidade plebeia (comunidade na qual estou inserido - diga-se) onde domina o superficial, a emoção barata e a preferência pela pimbalhada de toda a ordem em vez da qualidade, do que eleva o espírito. E não me digam que é por falta de dinheiro que isso não é possível.

Isto de "democracia" parece-me cada vez mais uma aldrabice concebida para facilitar o "dividir para reinar" por parte de quem tem o guito.