13 junho 2011

O mistério dos primeiros-ministros desaparecidos

É estranho que os três últimos titulares da chefia do governo - Guterres, Barroso e Sócrates - se tenham decidido pela emigração. Talvez seja esta a prova mais categórica do estrondoso fracasso do regime.

3 comentários:

Carlos Velasco disse...

Caro Miguel,

Acredito que isso é a prova de que para se entender de facto a acção política em Portugal, é necessário estudar quais são os agentes que controlam as organizações internacionais nas quais estes cavalheiros foram empregados, e como estes agentes se beneficiaram das políticas promovidas em Portugal.

Um abraço.

MIGUEL disse...

E SÓ NAO FOI PARA MADRID... POR ENQUANTO! TAMBEM LÉ TEM MANSAO A SUA ESPERA PORQUE EM TEMPOS ROMA NAO PAGAVA A TRAÍDORES, NO SECULO XXI MADRID E PARIS SIM!

NanBanJin disse...

O Santana ainda cá está. Mas esse provavelmente nem conta para as estatísticas.