15 junho 2011

A miséria da plutocracia



Os vermelhos voltam à carga, agora com a irmã de Thaksin. O tempo da infiltração comunista, dos arroubos revolucionários e incendiários parece ter passado para dar lugar à caricatura falante. O não discurso e o vazio absoluto podem esconder perigos, para além da ingénita estupidez galinácea da não-candidata. O exército - a mais democrática das instituições do Reino - já veio advertir que a mais leve beliscadura na monarquia terá consequências. Ouça o leitor com atenção - ria-se da vaporosa estupidez, da inconsistência, do tom de quem vende o remédio para a dieta ou os cravos nas costas - e diga para si mesmo que, afinal, os politiqueiros de S. Bento são verdadeiros Aristóteles quando comparados com esta Apsara saída de uma família que se considera profissonalizada na política. No fundo, doa a quem doer, a ideia de democracia parece consituir uma nobre crença, mas quando nos aproximamos da realidade sacode-se-nos a alma. A plutocracia é isto: a menina Shinawatra, de uma ignorância espantosa, rica como Cressus, prometendo aos pobres a religião dos telemóveis, dos cartões de crédito e dos grandes supermercados para todos. Alienados deste mundo, uni-vos !

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