
A horrenda criatura Soros vem sugerir a expulsão da Grécia [e Portugal + Espanha] da zona Euro, mas considerada que o mal é o Euro. O refinado patife tem estado envolvido em todos os jogos manipulatórios da alta intriga financeira internacional e foi o principal coveiro das economias emergentes quando, em finais da década de 90, lançou o alarme que levou à ruptura financeira e subsequente desastre económico na Tailândia. Gente desta é um perigo à solta - inimigos do género humano - mesmo que se expandam em filatropismos e façam em cada passo profissão de fé na liberdade, na democracia e nos direitos humanos, coisas que de tão prostituídas se transformaram em insultos. As teorias da conspiração, sempre o acreditei, são coisa para fracos de espírito, mas Soros faz um enorme favor a todos quantos insistem existirem poderes infatigavelmente activos no conluio para o desastre das sociedades que lhes resistam. Estes são piores que os comunistas e os nazis juntos. Estes são os inimigos da propriedade, da iniciativa privada, da livre empresa, do trabalho, do lucro honesto, do investimento produtivo. É a plutocracia !
3 comentários:
A "prostituta universal" compra tantas (in)consciências, Miguel, em nome de Princípios que, como diz o Miguel, só invocam pelos seus próprios interesses, i.e., anulando-os à partida, pois Princípios estão intimamente associados à Consciência e à ausência de interesses particulares...
Caro Miguel,
Quanto ao Sr. Soros, ou melhor, György Schwartz, há um hiato na sua carreira, depois da sua estreia como delator de judeus para os agentes encarregados pelos nazis dos confiscos na Hungria, e o despontar da sua fama com o ataque à libra no princípio dos 90, que passa pela lavagem de dinheiro "latino-americano" nas bolsas.
Por alguma razão misteriosa, o homem é hoje o maior financiador da campanha pela legalização das drogas. Nos jornais não se fala muito dessas ligações entre a bolsa de valores e a droga, coisa que vem desde os tempos da tomada de Bengala pela East India Company, mas a verdade está tão às claras que em 99 o presidente da NYSE, Richard Grasso, fez uma visita ao então comandante das FARC, Raul Reyes.
Só para terminar, não foi por acaso que o plano Colômbia teve como consequência a destruição de todos os cartéis privados e o monopólio das FARC. Enfim, a trama é gigantesca.
Um abraço.
nã esses são os pináculos da livre iniciativa
Soros é apenas um de muitos pesos pesados
curiosamente creio que é de Salónica
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