09 janeiro 2011

Mizé Morgado e a geração da mentira


Há qualquer coisa de lombrosiano naquela geração que fez do Pacatapum uma loja do bom crime, o que compensa, o que permite subir num regime que detestavam, de fazer dinheiro no regime económico capitalista que queriam extirpar com sangue - mares de sangue - e ainda por cima com o topete de querer explicar às pobres almas e aos patetas (que somos todos nós) que se pode lutar pela ditadura do proletariado aos vinte e trinta anos e acabar a vidinha numa poltrona do PSD ou do PS. Ouvi a Mizé Morgado na tv, cada vez mais parecida com a Julieta dos Espíritos, a perorar sobre a África Portuguesa, o colonialismo - mau, segundo ela, porque nem sabia explorar - e mau porque "deixou os países mais pobres de África". Ó Mizé, tenha um pouco de vergonha, vergonha do ridículo, vergonha do que andou a defender. Abra um livro, compare, informe-se, volte aos bancos do liceu e tenha piedade das pessoas que são obrigadas a aturar os tiques de enfants terribles de 60 anos que nos comprometeram irremediavelmente a vida e nos destruíram o futuro. Irra, que nunca mais desandam !

1 comentário:

Nuno Castelo-Branco disse...

...mas vai enchendo a bolsinha. Ela, o falecido marido , a dona Ana Gomes, o sr. Barroso, etc.