23 maio 2010

Combustões no dia do grande tiroteio em Lumpini



No dia 19 aqui deixei reportagem sobre os confrontos do dia. Passei pelo acampamento vermelho e aí um americano filmou-me. Um celerado trotsquista entrou nesse momento em cena e disse que "iam destruir tudo e roubar todas as jóias das ourivesarias das redondezas". Eu (camisa verde clara) continuei a fotografar. O meu interesse não eram os salteadores brancos à solta por Banguecoque, mas as milícias armadas vermelhas que se preparavam para lançar um ataque ao Exército Real. Aqui fica a curiosidade.

4 comentários:

scheeko™ disse...

Interessante as diferenças de perspectivas.
Já agora, a bem do rigor, pelo sotaque, tanto o autor do vídeo, como o saqueador parecem mais membros dum qualquer país da Commonwealth (provavelmente o Reino Unido) do que americanos.

Carlos Velasco disse...

Caro Miguel,

Esse tipo de gringos imperialistas que praticam turismo revolucionário deveriam ter um tratamento muito diferente dos pobres coitados usados como idiotas úteis, merecedores somente da clemência.
Por mim, o ideal seria um julgamento rápido, justo e preciso, ao estilo consagrado pelo General Nguyen Ngoc Loan.

Cumprimentos luso-tropicais.

Nuno Castelo-Branco disse...

Que pena não te teres lembrado de "te fazeres" à entrevista. Sempre queria ver se o comedor de fish $ chips publicava o teu testemunho...

M Isabel G disse...

A expressão "turismorevolucionário" é deliciosa, se bem que demasiado "romântica" para se aplicar a um gatuno prestes a sequear (em nome de quê?).