03 maio 2010

A alimentadora da Europa


O Nuno lembra o Alte Kameraden. Pois, aqui fica a retribuição neste postal que comprei numa loja de antiguidades de Banguecoque, lembrando os tempos do socialismo catedrático do velho Kaiser, antes da fulanagem de Weimar e do triunfo do psicopata que arrastou o coração da Europa para a catástrofe seguida de americanização e de sovietização. Ah, a Alemanha era e será sempre a locomotiva alimentadora. Que o digam a Grécia, a Espanha Portugal.


Alte Kameraden

3 comentários:

Carlos Velasco disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Nuno Castelo-Branco disse...

O mundo vai mudar e mais depressa do que possamos supor.

Carlos Velasco disse...

Caro Miguel,

Não fosse o flirt do Kaiser com o socialismo, na continuação da insustentável realpolitik interna e externa de Bismarck (sem ele e o imbecil do Napoleão III, os destruidores do equilíbrio de Metternich, a Europa seria outra), teria a Alemanha evitado a armadilha da 1ª Guerra Mundial e não encontraria a escumalha nacional-socialista espaço mental para tomar o poder.
Da mesma forma que a revolução francesa e as suas filhas não teriam acontecido se os reis não tivessem sido tentados pelo absolutismo e pelo despotismo esclarecido.
Vivi um processo semelhante na minha terra de nascimento. Graças às ilusões do General Ernesto Geisel de criar um socialismo anti-bolchevique, o PT encontrou espaço para tomar o poder no Brasil.
Agora, exilado no Portugal europeu, começo a ver que terei novamente que emigrar para uma terra onde o povo resista à obra dos engenheiros sociais.
Bons tempos aqueles em que a resistência contra a usurpação das leis tradicionais era não somente um direito, mas uma obrigação dos súbditos.

Cumprimentos.

P.S: O seu blogue é tão bem escrito que me senti obrigado a rectificar o português do meu último comentário e apagá-lo.