01 dezembro 2009

Parece que foi desta que nos apanharam

Europa, 1812. A Europa sob o jugo da Águia de Napoleão. Portugal de fora.

Europa, 1942. Dos Pirinéus ao Volga, a águia alemã domina o continente. Portugal de fora.

Ou seja, Napoleão + Hitler = Europa 2009



Weihnachtsringsendung (1942)

3 comentários:

NanBanJin disse...

Ahah.
Meu Caro Miguel:

Este artigo fez-me lembrar a tirada de um ilustre Professor que tive na Faculdade de Direito de Lisboa, que, se não me falha a memória, numa certa aula teórica, já não me recordo a que propósito (isto foi já há muitos anos), a dada altura, sacou de uma moeda de 1 EURO do bolso e segurando-a entre o polegar e o indicador de uma das mãos e dirigindo-se à sua audiência estudantil, pronunciou-se mais ou menos nestes termos (sem precisar): "Oh meus amigos, mas sabeis o que realmente é isto?... Nada mais nada menos que a prova provada de que se pode perder uma, duas guerras mundiais e... ganhar uma terceira sem se disparar um único cartucho..."

Não creio que fôsse propriamente profético ou algo de parecido, mas que dá que pensar lá isso dá (ou pelo menos na altura dava)

NBJ/Kyushu, Japão

Carlos Velasco disse...

Caro Miguel,

Para mim já não há mais o que conversar. Os métodos dizem tudo acerca dos fins, e a UE, cuja história omitida pelas sebentas é bem elucidativa, finalmente começa a mostrar os dentes.
Os eurocratas estão a fazer tudo à revelia dos povos europeus e não hesitam em mentir, ameaçar e usar de artifícios imorais e ilegais para impor aos europeus um imperialismo cujo fim é o totalitarismo.
E desta vez será pior que no passado pois a tecnologia de controlo e extermínio disponível ultrapassa tudo o que já existiu na história humana.
Ainda devo lembrar que as populações do continente foram desarmadas. Não por acaso os suíços guardam armas de guerra em casa e não estão na UE. Ninguém escraviza um povo armado.
Apesar de ainda não ter perdido a esperança, vou começar a preparar o meu plano B e arranjar um visto para algum país onde possa respirar. Just in case.
Não quero acabar numa Treblinka ou numa Katyn para "eurocépticos" sob os aplausos duma população de cordeiros prontos para o sacrifício em nome de mais uma grande causa.

Nuno Castelo-Branco disse...

No dia 30 de Novembro de 1640, existiam direitos aduaneiros na "fronteira seca" com a Espanha. existiam terços nacionais e navios da coroa portuguesa. Nos bolsos dos nacionais tilintavam moedas com o escudo português e que diziam Phillipus III rex Port. et Alg., etc etc.
Hoje não existem fronteiras, nem alfândegas ou política económica própria. Nos nossos bolsos, para cada moeda de 2 Euros batida com símbolos portugueses, existem 4 a circular, que ostentam a face de Juan Carlos I.
Na Cimeira Ibero-Americana, o Rei de Espanha é a figura tutelar, sendo sempre o último a chegar e perante o qual todos se levantam, tal e qual como se tratasse de uma reunião da Commonwealth britânica. É isto, a república.