20 dezembro 2009

Domingo de um pessimista: da praga humana


A festa acabou em Copenhaga e não deu e nada, como se esperava. Porquê ? Porque o ser humano é, para todos os efeitos, análogo a uma praga: não tem inimigos naturais, mata todas as espécies [vegetais e animais] em processo acelerado de surplus killing e surplus consommation, vive cada vez mais tempo e multiplica-se a um ritmo superior à capacidade que o meio tem em se regenerar. Há quem fale da extinção da espécie, como aquelas pragas de caranguejos e gafanhotos que triunfam sobre todas as restantes e acabam por morrer à míngua de alimento.

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