20 novembro 2009

1979-2009: trinta anos sobre o fim da Rodésia



Um exército composto por 80% de efectivos negros, comandado por negros. Administração pública integrando 90% de quadros superiores negros. Universidade e escolas politécnicas maioritariamente negras. A maior renda per capita do continente, o maior índice de desenvolvimento humano, a maior taxa de literacia, o maior número de estações de rádio e jornais de África. O maior número de pequenas empresas e explorações agrícolas do hemisfério sul. A menor taxa de mortalidade infantil. O maior exportador de cereais da África Austral. Essa foi a Rodésia. Hoje é o Zimbabwe e tem por presidente quem sabemos. Passaram trinta anos; ou antes, regrediram 500 anos. É necessário dizer a verdade, doa a quem doer.

5 comentários:

Nuno Castelo-Branco disse...

E se passares a fronteira em direcção ao Índico, é interessante comparar os dados de hoje, com os de 1974.

Nuno Castelo-Branco disse...

Se eles tivessem sido espertos, tinham sido mais expeditos em ajudar Portugal. Não o fizeram. tanto pior, para todos!

Carlos Velasco disse...

Os patrões do mundo já fizeram o seu trabalho em África, dominada agora através do imperialismo travestido da ONU.
No momento se esforçam por fazer o mesmo à Europa, que caminha a passos largos para se tornar um arremedo de colónias administradas a partir de directivas de um poder central.
Ver estas imagens me faz perguntar se os sujeitos ali filmados pensaram na altura que um dia a Rodésia se transformaria no que é hoje.
Se fossem como a maioria dos "europeus" que vejo à minha volta, diria que não. Mas sou levado a crer que eles estavam mais preparados, e perderam...

Malandro disse...

Pois! Deveriamos voltar a "civilizar" toda essa gentalha.
Verdade?

cristina ribeiro disse...

Elucidativo.