20 maio 2009

Velhos reis ou quando o mundo era ligeiramente menos poluído





Os retratos de Mongkut (Rama IV) do Sião (r. 1851-68), Radama II de Madagáscar (r. 1861-63), Kalakaua do Havaí (r. 1874-1891) que visitou Lisboa em 1881, Menelik II da Etiópia (r. 1889-1909), D. Pedro VII do Congo (r. 1923-1957), Sisavang Vong do Laos (1946-1959), do Kabaka (rei) Mutesa II do Buganda (r.1939-1969) e Sobhuza II da Suazilândia (r. 1899-1982), o mais longevo reinado nos anais da história, merecem ser observados. Antecedem em décadas ou mesmo em poucos anos o triunfo do mundo moderno. Depois, com o progresso, o desenvolvimento, as cartas universais, os direitos, os socialismos, as libertações, o mercado e tantas outras superstições contemporâneas vieram outros dirigentes que melhor ilustram o tempo presente: Idi Amin, Hailé Mariam, Pol Pot, Bokassa e Machel, Neto e Saddam Hussein, Macias Nguema, mais os Ches, os Castros, os Kim il Sungs e os Duvalier Papa & Baby Doc. Vivemos num mundo maravilhoso. Para quê olhar o passado ?

3 comentários:

Nuno Castelo-Branco disse...

O D. Pedro VII mete qualquer presidente português num chinelo. Quanto a Sobhuza II, quantas recordações nos trás!

Nuno Castelo-Branco disse...

Bem podias arranjar o imperador da Coreia (que grande asneira fizeram os japoneses). Ainda há uns dias uma amiga coreana me falava da ainda existente família imperial.

João Pedro disse...

Menelik, o vencedor de Adwa, que cometeu a proeza de vergar um exército europeu que pretendia vergar a Etiópia.