08 maio 2009

A protecção das espadas


Confesso sentir protecção quando vejo o exército nas ruas. Porém, sei que há exércitos e exércitos: uns que intervêm apenas para fazer rematados como tremendos disparates, atirando países para precipícios (não quero dar exemplos, os portugueses sabem-no por experiência própria desde 1820); outros atando, amparando e protegendo o Estado e o povo. As ruas de Banguecoque estão cheias de tropa. Gosto. Assim durmo descansado. Como seria bom ver tropa em todas as esquinas de Lisboa, em vez dos meliantes e vendedores de drogas que passaram a fazer parte cativa da paisagem urbana portuguesa.


Last Samurai

2 comentários:

Nuno Castelo-Branco disse...

Aqui preferem os vendedores de cavalos, brancas, castanhas e pílulas da dança. Uma questão de prioridades.

Nuno Caldeira da Silva disse...

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Sempre junguei que os militares estavam melhor nos quarteis.

Em Portugal a ultima vez que os vi perto de mi era a disparar por cima da minha cabeca e nao gostei