16 março 2009

A propósito do texto anterior: os reis, defensores da economia ao serviço dos povos / พระบาทสมเด็จพระเจ้าอยู่หัว


Já aqui recomendei a leitura desta obra. Volto a fazer a sugestão. Só lendo-a compreendemos a animosidade que move meio "mundo dos negócios" contra a monarquia. O Rei di-lo sem rebuço: os conglemerados, as fusões, as deslocalizações, os transgénicos, as grandes superfícies, o consumismo, o culto do betão e do automóvel, a urbanização incontrolada e a rapidez com que se processa [artificialmente] a rotação tecnológica, induzida pelos fabricantes, estão a destruir o ambiente, a pauperizar os pequenos produtores e a provocar o nascimento de uma nova sociedade injusta, implacável e inimiga das nações. Profético.

4 comentários:

Jose Martins disse...

Gostei!

E eu que sou um amante do ambiente!

Nasci no meio dele e nunca dele me apartei!

Ainda hoje vivo dentro do ambiente e de todos os seres que o envolvem:
As cobras, os sapos, os lagartos, os pássaros e outros bichinhos que mantêm balanceado o paraíso que a natureza dotou o Mundo.

Florestas cimento?

O horror criado pelo homem!

Que a ira dos deuses de quando destroem!

Isa from Aveiro disse...

O Rei só pode ser corajoso! Desejo-lhe sorte!No entanto temo que se invente uma revolução em nome da "democracia" e ele seja deposto!Onde é que isso já se viu?

Nuno Castelo-Branco disse...

Pois é Isa. Agora já percebe porque os Murdochs e restante mafia atacam tanto o príncipe Carlos. Não lhes convém mesmo nada.

Helena Branco disse...

O mal é que o mundo se dá bem no meio dele,( MAL ) vá-se lá entender que demencia os habita!?...