22 dezembro 2008

Prendas para os meus predilectos (1)

Para o Insurgente, de um liberalismo sem barriga e sem conta bancária, indefectível na luta pela libertação da nossa sociedade da tentação da escravidão voluntária.

Para o Professor Maltez, que como eu ainda acredita que no derradeiro momento o espírito tudo sobrelevará.

Para o Pasquim, o mais coerente, fiel e seguro; logo, o mais dialogante dos blogadores de temas de hoje e de sempre.

Para o Joaquim, zelota com costela essénia no meio do surdo deserto do mundo moderno.

Para o João, de baioneta em riste na terra de ninguém esventrada pela estupidez dos homens. Que nunca lhe esmoreça a atenção de sentinela.

Para a Adriana, que inculque nos novos o orgulho das nossas raízes e de tudo o que de importante se escreveu no acto do nascimento do Ocidente.

Para a Carla, que o amor pela Hélade não se macule na visão dos díscolos da actual Atenas.

4 comentários:

joshua disse...

Magnífico presente, meu querido amigo Miguel, e que muito agradeço.

Há de facto aqui dentro um fogo devorador pela restauração de um Templo chamado Reino de Portugal, na sua pureza antiga e identitariamente forte e briosa, e há também esta reclusão veteromonástica nas locas domésticas, Deserto da minha Judeia, hábitos de um guardião de preciosos papiros, de esta imaculada ritualidade fraterna de um amor feroz à Pátria embebido na linfa cristã que a fez ser o que foi e pouco resta por que o continue sendo, mas cumpre restaurar ao ferro e ao fogo da Palavra Nova.

É daqui que modestamente partem todos os meus arroubos proféticos de luso Elias, Isaías luso, contra, apesar de e perante, esse deserto infrene tão troiano na sua surdez finalmente fatal.

Aquele Abraço
joshua

M Isabel G disse...

Obrigada Miguel,
Até eu já tenho na minha árvore de NAtal o Rei dessa terra que aprendeu a amar.
Sensibilizou-me muito
Saudades
Com amizade

O Corcunda disse...

Caríssimo Miguel,

É a primeira vez que aqui comento (autêntica benesse de Natal esta "caixa") e logo para agradecer os elogios e a prenda.
Espero que o espírito do Natal, aquele que faz a união dos homens mais divergentes, chegue a essas terras tão precisadas dessa paz.

Um abraço de Feliz Natal

Nuno Castelo-Branco disse...

... e que a Tailândia recomece a sua marcha, unida e em ordem!