23 agosto 2008

Somjit Jongjohor: o ouro pelo Rei


Segui o combate com o entusiasmo com que exulto com as vitórias portugueas. Foi com emoção que vi subir ao pódio para recolher o ouro este homem simples, filho de camponeses, gente pobre e muito sacrificada, que guardou para os 33 anos o troféu maior reclamado por qualquer lutador. No fim, levantando bem alto a fotografia do Chefe de Estado, dedicou a medalha de ouro - a segunda conseguida pela Tailândia - ao seu Rei. Coisas destas já não acontecem. É bonito, é emocionante e uma boa lição. Decididamente, a Tailândia já faz parte do meu coração. Ao ouvir o hino - os hinos dizem aquilo que as pátrias julgam que são - atentei nas últimas quatro estrofes:
(...)
thai nee rak sa-ngobdtae thueng rob mai khlard
aek-ga rart ja mai hai krai khom khee
sa-la luead took yard ben chart plee
tha-loeng bra thet chart thai ta-wee mee chaicha-yo

Os thais amam a paz, mas não temem a guerra,
Nunca permitirão que outros lhes roubem a liberdade,
e sacrificarão a última gota de sangue pela Nação,
dando ao seu país o orgulho da vitória, Viva !


Tailândia

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