10 agosto 2008

Banguecoque é uma festa

Não há rua, avenida, praça ou centro comercial onde não pontifique um grande retrato da rainha


Como foi bela esta rainha a que os tailandeses chamam mãe

Uma banda que se prepara para as voltas do palco

A tatuagem tradicional

A cantora até parou para me fazer o V

Os escuteiros que guardam, dia e noite, o retrato do seu rei saxofonista

Estafados, após uma actuação de hora e meia

Actuação de ginastas em plena rua

Uma dança frenética, com o diabo no corpo

Para desintoxicar dos decibéis, o BCC

De uma grandeza faraónica

e monumentalidade despojada

Hoje não me apeteceu estudar, ler, fazer fichas. Saí para a rua e andei durante horas. Fazem-se por todo o lado preparativos para o Dia da Mãe, que aqui se comemora no aniversário natalício da Rainha Sirikit e é feriado nacional. Há espectáculos um pouco por toda a cidade, desfiles, bandas universitárias e dos escuteiros. Grupos de jovens envergando trajos regionais dão brilho e cor às ruas, com as suas barulhentas orquestras, guinchos e aplausos. Antes de regressar a casa, fui ao Bangkok Cultural Center e tirei umas fotos a esse magnífico e colossal edifício riscado por um dos mais arrojados arquitectos thais, mas que só me lembra a monumenalidade da velha Nínive ou uma maquete de Cecil B. DeMill.


Pinai

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