21 março 2008

Regresso à Arcádia siamesa





Dormir numa esteira como no tempo de Ramkhamhaeng, comer Kao Mali (arroz de jasmim) e venerar a Deusa da Fertilidade, deixar-se marcar pela tatuagem do serviço real do Sakdima, ter um esquilo percorrendo as arquitraves do tecto. Foi assim o dia de ontem, entre palmeiras e a melopeia de gongos, tambores e flautas de bambú, como nos alvores da humanidade. Não há povo que não sinta o primevo chamamento do tempo em que deuses e homens viviam em comunidade e em que o mundo acabava na porta da aldeia fortificada.


Nok Khamin

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