25 março 2008

Quatro anos do Pasquim


O Pasquim celebra quatro primaveras. Indiscutivelmente, uma prova em abono da perseverança e triunfo da inteligência. Para o seu incansável animador, com a amizade e admiração de quem, nem sempre de acordo, com ele comunga no essencial. O Pasquim é demonstrativo do colapso da hegemonia das esquerdas e o anúncio do fim de uma certa direita roncante e detestável que tantos e bons serviços presta aos seus adversários. O Pasquim veícula aquelas ideias que não têm tempo, por que constitutivas do Ocidente: é Tradicionalista sem venerar as pequenas e passageiras tradições, não é feito a retalhos nem obedece àqueles impulsos descerebrados que fizeram a perdição da direita nativa. Aguardamos, agora, depois da autópsia à modernidade, que se posicione como agente propositivo e, como os espóros de uma flor do deserto, lance ao vento as sementes que farão germinar o futuro.

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