31 dezembro 2007

Ano para esquecer


2007 foi um mau ano. Como as pragas, celebremos hoje com júbilo o seu passamento. Que 2008 seja menos nefasto. No meio de tanto desapontamento, colhi egoísta porção de felicidade proporcionada pela generosidade dos amigos, colegas e familiares, abandonei a barra do Tejo e reconstruo nova vida em paragens ainda não conspurcadas pela sombra da medíocre sujeição que vai alastrando por terras lusitanas. A todos os leitores de Combustões, um 2008 mais feliz.
E como terrível foi o ano, uma bufa interpretação da Viúva Alegre, cujos filhos andam em furiosa sarabanda comemoracionista.

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