30 novembro 2006

Uma pessoa não desaparece sem dizer

Os confrades Jansenista, Euro-Ultramarino, Miss Pearls e Misantropo mostraram surpresa pelo anúncio da minha eventual desaparição. Não, o que disse foi mal interpretado. Se no decurso dos próximos tempos sentir incapacidade para manter o ritmo, tentarei encontrar um formato que melhor se adapte ao vício. Só espero que não seja gorado como o "primeiro estranha-se, depois entranha-se" de Macróbio.
Esta tarde, estava eu nas minhas lides de taberneiro - sim, a fazer listas de compras - quando vi passar pela minha porta Paulo Cunha Porto, na companhia de uma famosa bloguer (querem adivinhar quem ?). Estas coisas não são só virtuais. Há um grupo de pessoas que se conhecem e estimam para lá do ecrã. Em certa medida, foram transformando-se em amigos, tão necessários como aqueles que fomos fazendo por outras veredas. Decididamente, não os podemos abandonar sem uma palavra.

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