11 agosto 2006

Trabalho sujo

A propósito do post abaixo, gostaria de explicitar: não sou gladiador de ninguém, não faço trabalho sujo, não aceito outro ordenado para além do que venço pelo meu emprego, não me inscrevo em partido político algum, não sou companheiro de viagem de ninguém, não me interessam cumplicidades de género, genitália, de "porro" ou loja-templo-banco. Não sou louçarinheiro, nunca disse que era de esquerda para conseguir a aprovação num concurso público, nem de cartão e influência alguma para defender provas públicas. Tão pouco, jamais denegri, difamei ou traí amigos, nem aceitei jamais, a troco de um lugarejo, enfileirar na troupe daqueles que odeiam Portugal e o Ocidente. Essa gente não conte comigo para nada. Se recebo toda a gente em minha casa, se falo com todos, sinto verdadeiro arrepio só de pensar poder manter convívio com pessoas que ainda há anos não escondiam vergonhosa admiração por genocidas (Estaline, Pol Pot), tarados (Kim-Il-Sung), paranóicos (Ceaucescu) e terroristas (Che) e agora se passeiam como as virgens do templo de Vesta.

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