18 agosto 2006

France, toujours pathétique

Afinal, a França queria estar mas não quer estar no Líbano. Um velho hábito francês: estar e não estar, dizer e não fazer, prometer e não cumprir. A França era colonialista e anti-colonialista, estava na NATO e queria estar fora, era a defensora da Liberdade mas fazia o jogo de Moscovo, de Pequim e de Pol Pot, apoiava a Perestroika mas reconheceu os putchistas de 1991. É a velha França no seu melhor. Ter o proveito perdendo a honra. O proveito de dançar a valsa com os alemães, apoiar Vichy e estar na resistência; comer o pâté au fois gras do abundantismo, mas brincar às revoluções na Sorbonne. É isso a França...patética.

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