05 maio 2006

La mort du souverain


Não perder, no Insurgente, a autópsia de Chirac. Há, entre os presidentes franceses (e não só) uma inclinação quase incontrolável para os negócios, para o amiguismo mafioso e para a utilização ilegal dos serviços das secretas. Depois do gangsterismo de Mitterrand - um caso patológico de megalomania, ocultação de crime e mentira compulsiva - vem o Sr. Chirac, em tempos paladino das virtudes republicanas, a par dos negócios com Saddam e Arafat.

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